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J.C. LESSA DE OLHO NO CRIME
(O Crime e sua História - Fatos Reais)

 

H O L O C A U S T O

UM TRISTE EPISÓDIO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE.

                                                                                   Por J. C. Lessa.

 

 

 

 

 

H O L O C A U S T O

UM TRISTE EPISÓDIO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE.

                                                                                                                   Por J. C. Lessa.

 

     O massacre de aproximadamente seis milhões de judeus na Segunda Guerra - um dos maiores crimes contra a humanidade - começou em 1939 e terminou em 1945, quando os Aliados chegaram aos campos de concentração.

 

     No dia 7 de dezembro de 1941, o número de cidadãos judeus que residiam na cidade de Chelmno, Polônia, começou a diminuir. Aos poucos, foram aprisionados em um dos primeiros campos de extermínio nazista, que tinha o mesmo nome da cidade. Os soldados alemães usavam caminhões com carrocerias fechadas, tipo baú, com ventilação precária, para transportar os prisioneiros. Como 80 pessoas eram colocadas em cada caminhão, muitos morreram asfixiados pelo monóxido de carbono que emanava da descarga dos veículos. Dessas mortes (acidentais ou não), pode ter surgido a sinistra "inspiração" para que fossem construídas as câmaras de gás nos campos de concentração, onde milhões de Judeus foram assassinados. Nos campos de concentração, a tortura e a alimentação insuficiente, causaram a morte de milhares de prisioneiros. Em 18 de janeiro de 1945, dois dias antes da chegada das tropas soviéticas, os alemães tentaram exterminar todos os prisioneiros. Porém, Simom Srebnik e Mordechal Podchlelnick sobreviveram: Simon Srebnik, Polonês, com 13 anos quando foi preso em Chelmno. Baleado na cabeça pelos alemães e dado como morto, foi encontrado, dois dias depois, pelos soldados soviéticos em um chiqueiro, quando recebeu socorro médico; Sobre Mordechal Podchlelnick, o segundo sobrevivente, sabe-se que escapou com vida do horror nazista, mas não foi encontrado para contar como teria sobrevivido. Em 1941, dos 400 mil judeus - homens, mulheres e crianças - que viviam na cidade de Chelmno, apenas dois - Simon e Mordechal - sobreviveram aos horrores praticados pelos soldados alemães.  A tropa paramilitar Schutzstaffel - a temida e odiada SS - responsável pela administração e segurança dos campos de concentração, foi criada em 1925. A SS, foi comandada por Heinrich Himmler de 1929 até 1945, final da 2ª Guerra.

     Em 1933, poucos meses após alcançar o poder, Hitler mandou construir o campo de Dachau. Ali, os seus inimigos políticos, os homossexuais, os ciganos e os judeus, todos considerados "inimigos do Reich" foram encarcerados.

     Em 1925, Hitler escreveu o livro Mein Kampf (Minha Luta). No livro, ele traz a público os seus insanos sonhos de grandeza quando prega a superioridade da raça Ariana, nos levando a crer que já sonhava em ver os Germânicos dominando os demais povos.

     Em 1935, a Lei de Nuremberg entrou em vigor. A lei que restringia os direitos dos Judeus, taxativamente, proibia o casamento com cidadãos alemães. No mesmo ano, foi determinado que todos os Judeus seriam abrigados a usarem uma braçadeira com a estrela-de-davi, para serem facilmente identificados.  A lei passou a vigorar na Polônia, logo após ser invadida pelos exércitos nazistas em 1939. Pouco tem tempo depois, na Alemanha e nos países ocupados, os Judeus foram proibidos de frequentar ruas e praças e obrigados a obedecer o toque de recolher. "Todos os judeus que fossem encontrados fora de suas casas depois de um determinado horário seriam presos". 

     Durante a construção dos campos de concentração em 1939, os judeus foram confinados em guetos - quarteirões cercados por altos muros e arame farpado. No gueto de Lodz, Polônia, o primeiro a ser criado na Europa, foram confinados todos os judeus da região que, ao serem presos, tiveram todos os seus bens confiscados. Os que saíssem sem permissão, eram presos torturados e, muitas vezes, fuzilados pelos guardas Poloneses que eram supervisionados por soldados alemães. Os selecionados entre os mais fortes e saudáveis, podiam sair para trabalhar nas fábricas alemãs. Ali, aproximadamente 500 mil judeus foram confinados e, por ser o saneamento básico precário, por faltarem remédios, agasalhos e alimentos, muitos morreram de diversas doenças, fome e frio. Ao ser desativado em 1944, os sobreviventes - aproximadamente 80 mil - foram transferidos para o campo de concentração Auschwitz.

     Em novembro de 1940, outro gueto foi criado na Polônia, o de Varsóvia. Naquele gueto com espaço insuficiente  e instalações precárias, foram confinados mais de 500 mil judeus. Tendo uma epidemia de tifo assolado o gueto, os prisioneiros, doentes e enfraquecidos pela fome, morriam em números alarmantes (mais de 5 mil por mês). Os milhares de corpos colocados nas ruas, eram recolhidos e enterrados em valas próximas ao gueto.

 

     Em 20 de janeiro de 1942, o alto comando nazista reunido na cidade Wannsee, Alemanha, aprovou o projeto de aniquilação de todos os judeus encontrados na Alemanha e nos países ocupados. O projeto conhecido como "Solução Final Para a Questão Judaica" foi aprovado posteriormente, por Hitler, que não participou da reunião.    

     Em 1942, todos os judeus que estavam confinados no gueto de Varsóvia começaram a ser levados para o campo de extermínio de Treblinka, há oitenta quilômetros da capital polonesa, que tinha entrado em operação. Assim que chegavam no campo, os judeus eram despidos e, sendo inverno ou verão, esperavam em longas filas para entrar em uma das três câmaras de gás que existiam em Treblinkc. Para evitar o pânico, os nazistas levavam os prisioneiros a acreditarem que, após terem as cabeças raspadas, tomariam banho para serem desinfetados. Assim, eram levadas a percorrerem um longo corredor - conhecido como "ascensão", "a última estrada" ou "estrada para o céu" - em direção às câmaras de gás, onde seriam executados. Os cabelos dos prisioneiros, após serem cortados, eram enviados para indústria alemã para serem usados para enchimento de colchões e travesseiros. Em um ano, todos os judeus confinados no gueto de Varsóvia foram levados para o campo de extermínio de Treblinck, onde foram executados nas câmaras que funcionavam dia e noite, e recebiam, através de uma tubulação, o gás carbônico vindo de motores de tanques de guerra. Posteriormente, os nazistas passaram a usar o pesticida Zyklon B para produzir o gás. Os corpos dos executados eram cremados em 15 fornos que eram operados pelos próprios prisioneiros, escolhidos entre os mais fortes que executavam todo o trabalho braçal no campo. Quando o número de corpos ultrapassava a capacidade dos fornos, o excedente era enterrado em enormes valas. 

     No campo de Auschwitz, de todos o mais macabro, onde a alimentação dos prisioneiros se resumia a uma rala sopa de batatas ou nabo, os primeiros a serem executados foram os judeus que moravam na cidade com o mesmo nome. Acredita-se que nele, aproximadamente 2 milhões de pessoas tenham morrido nas câmaras de gás, fuziladas, de fome, de doenças ou de frio. No campo, foram executados judeus vindos de todos os países da Europa.

     No campo, os médicos Josef Mengele e Hans Münch, usando crianças gêmeas, executavam experiências aterrorizantes, com vírus e bactérias e as usava também para testar técnicas de esterilização.

    A Siemmens, a Krupp, a I.G. Farben, fábricas da indústria de guerra nazista usavam os prisioneiros judeus como mão de obra escrava. A mão de obra dos judeus e os seus bens que foram confiscados, ajudaram a manter a máquina de guerra alemã.

     Uma verdadeira "câmara de horrores" era o campo de Auschwitz, quando os soldados soviéticos ali chegaram em janeiro de 1945: milhares de pessoas em pele e osso, estavam tão desnutridas que mal conseguiam caminhar; cadáveres espalhados por todo o campo, muitos deles ainda em chamas; e um mau cheiro insuportável. 

     Meyer Levin, escritor americano e correspondente de guerra, estava entre os soldados que presenciaram o inconcebível nos campos. “Jamais tínhamos visto um campo de concentração nazista. Foi como se penetrássemos no âmago de um coração totalmente depravado”, afirmou Levin.

     Quando Sidney Bernstein, que dirigia a seção de filmes do Ministério da Informação Britânico, pensou em fazer um documentário sobre o genocídio praticado nos campos, ele convidou Alfred Hitchcock para ajudá-lo. Bernstein queria realizar um filme em que não houvesse dúvida de que o que se veria na tela, fosse a mais pura realidade. O resultado é o chocante Um Testemunho para o Mundo (1985), em que cadáveres descarnados são arrastados para serem sepultados em covas coletivas. Indignados diante de tamanha barbárie, os soldados Aliados ordenaram que os alemães sepultassem suas vítimas. Em uma longa sequência sem cortes, o filme mostra monte de óculos, de sapatos e de roupas que teriam pertencido a milhares de prisioneiros executados.

     Os nazistas construíram aproximadamente, 5 mil campos de concentração em toda a Europa. Neles, acredita-se, que 6 milhões de judeus foram mortos.

     Em maio de 1945, fim da segunda grande guerra, as tropas aliadas resgataram, com vida, aproximadamente 3 milhões de prisioneiros dos campos de concentração nazista.

 

Fontes:

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Holocausto

Oliveira, Robson. Holocausto, a Historia da II Guerra Mundial 1935 - 1945. A mente de Adolf Hitler, livro. Discovery Publicações.

http://olavosaldanha.wordpress.com/auschwitz-treblinka-chelmno-o-holocausto/

http://www.history.com/topics/adolf-hitler/photos

http://www.youtube.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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