ASSISTA AO VÍDEO E SAIBA O QUE PRETENDEMOS>>>>>>>>>>

@deolhonocrime

SIGA-NOS
(22) 9 9952 3266

 

HOME  |  EMPRESA  |  LOCALIZAÇÃO  |  ABRANGÊNCIA  |  EXPEDIENTE  |  CONTATO  |  ACESSO EMAILS

EDITORIAL  |  OPINIÃO  |  ARQUIVO  |  VÍDEOS  |  GUIAS E MAPAS  |  TEMPO  |  LINKS ÚTEIS  |  NOTICIÁRIO
 

J.C. LESSA DE OLHO NO CRIME
(O Crime e sua História - Fatos Reais)

 

 

 

 

 

Marco Civil da Internet: o que é e o que muda na sua vida


Por Adrien Carlos Duarte | G Plus | Fonte - Oficina da net

O objetivo do chamado Marco Civil é, segundo o criador do projeto, uma maneira de regularizar o uso da Internet e garantir que direitos e deveres atribuídos aos usuários, empresas e governos na web sejam cumpridos.
O projeto, que na verdade é a incorporação de outros 37 projetos similares, foi aprovado na noite desta terça feira (25) pela câmara dos deputados, e segue em seguida para a aprovação do senado.

O Projeto de Lei 2126/11, mais conhecido como Marco Civil tem sido assunto de debate no país desde 2009. Sendo chamado também de Constituição da Internet Brasileira, o projeto ganhou força, quando foram descobertas as práticas de espionagem usadas pelo governo americano contra o Brasil e outros países. Você, é claro, se lembra que esse assunto já foi discutido algumas vezes, aqui mesmo no Oficina da Net e por diversos grandes meios de comunicação. O receio é que a aprovação de tal lei crie uma espécie de censura à atual liberdade que existe no ambiente online.


Além de ser divulgada por certos sites como um novo tipo de censura, a proposta ainda tem como Google e Facebook como opositores de certos itens. A oposição dessas empresas se dá principalmente a um ponto, em que a lei era particularmente taxativa: a criação de data centers nacionais para as empresas de internet, uma atitude drástica em relação à espionagem norte-americana.
Apesar do fato de contar com opositores, o deputado federal Alessandro Molon (PT-RJ) divulgou ainda em novembro de 2013 a versão final do texto do Marco Civil para ser votada na câmara. De acordo com ele, os principais pontos do projeto são: privacidade, vigilância na web, internet livre, dados pessoais, fim do marketing dirigido, liberdade de expressão, conteúdo ilegal e armazenamento de dados. Embora tenha enfrentado fortes oposições partidárias, e principalmente das agências de telecomunicações, o texto foi aprovado na câmara após ter algumas exigências excluídas ou reformuladas. É o que você confere logo abaixo:
Neutralidade

O trecho mais polêmico do projeto de lei trata sobre a neutralidade da web. De acordo com este princípio os provedores de serviços de internet não podem ofertar serviços de conexões diferenciadas, como por exemplo, pacotes somente para acesso a e-mails, ou somente vídeos ou redes sociais. A neutralidade foi o princípio que causou mais debate durante todo o processo, já que em sua forma original, o texto prevê que as empresas de telecomunicação que oferecem serviços de internet sejam neutras no tráfego de dados, não importando a sua origem ou o seu destino. Com isso, o usuário continua livre para usar toda a velocidade de conexão contratada, para acessar qualquer tipo de conteúdo, sem a preocupação de traffic shaping, ou ver a sua velocidade dar prioridade em certos tipos de serviços, que demandem mais banda, como streaming de vídeos, por exemplo.
Armazenamento de dados
A medida, tida pelo governo como principal alternativa contra a espionagem internacional foi excluída da lei, para que ela tivesse mais possibilidade de ser aprovada. Isso significa que aquela idéia de as grandes empresas de internet terem seus data centers aqui no Brasil foi abandonada. Porém ficou acordado que “em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de internet, em que um destes atos ocorram em território nacional, deverá ser obrigatoriamente respeitada a legislação brasileira, os direitos à privacidade, à proteção dos dados pessoais e ao sigilo das comunicações provadas e dos registros”.
A lei tem como um dos seus grandes pilares a Liberdade de Expressão, e este foi um dos textos que se manteve e foi aprovado. Com isso as aplicações e provedores de acesso não serão mais responsabilizados por postagens de seus usuários, e as publicações só serão retiradas, obrigatoriamente do ambiente online, mediante a ordem judicial. As empresas só serão responsabilizadas por danos gerados por usuários se não acatarem a ordem judicial.
Marketing
Com a aprovação do Marco vem a proibição do marketing dirigido. De que maneira? Simples; as empresas não poderão mais utilizar os dados de seus clientes e usuários em estratégias com fins comerciais. A decisão atinge principalmente gigantes como Google e Facebook, que formam bases de dados com informações dos usuários para lhes enviar anúncios e propagandas que sejam pertinentes com suas buscas, comentários e curtidas.


Todos os itens dizem respeito direto ao internauta, mas este último atinge em cheio os últimos escândalos sobre o sigilo que as empresas de internet mantêm sobre seus dados, e o uso que fazem deles. De acordo com o item sobre sigilo e privacidade, as empresas só poderão guardar os dados dos usuários durante o período de seis meses, e desde que isso esteja especificado em contrato aceito pelo usuário.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tentativas de golpe denunciadas pela Receita Federal

Um dos golpe consiste em e-mail informando que há inadimplência no CPF do usuário.


Em época de declaração do imposto de renda, aumentam as tentativas de aplicação de golpes via e-mail. A Receita alerta que quadrilhas especializadas em crimes pela internet continuam utilizando mensagens eletrônicas que servem como meio para a obtenção ilegal de informações fiscais, bancárias e cadastrais do contribuinte. São mensagens com links ou arquivos em anexo que infectam computadores com vírus e outros programas que permitem o acesso ilegal aos dados.
Um dos golpes, destaca a Receita, consiste em mensagem de e-mail informando que a Receita Federal analisou todas as declarações do Imposto de Renda 2012/2013 e encontrou uma inadimplência no CPF do usuário. Para isso, a mensagem pede que o usuário clique em um link para ver o demonstrativo dos números apresentados e de declarações divergentes.
Outras mensagens fraudulentas, segundo a Receita, indicam a disponibilização para download do programa de declaração do Imposto de Renda e a necessidade de envio de uma declaração retificadora ou a existência de valores residuais de restituições do Imposto de Renda a serem recebidos pelo destinatário.
O correto é não abrir e apagar imediatamente tais mensagens, pois a Receita não manda comunicação via e-mail sem a autorização do contribuinte nem autoriza terceiros a fazê-lo em seu nome. A única forma de comunicação eletrônica com o contribuinte é por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC).
O prazo para entrega vai até 30 de abril e o programa gerador está disponível na página da Receita Federal na internet. Neste ano, os contribuintes com certificação digital ou representantes com procuração eletrônica receberão, pela primeira vez, a declaração pré-preenchida. Por meio do e-CAC, eles têm acesso ao documento preenchido com antecedência pelo Fisco e só precisam confirmar as informações para enviar a declaração.
As regras para o preenchimento da declaração foram divulgadas em 21 de fevereiro no Diário Oficial da União. Como nos outros anos, o contribuinte que enviar a declaração no início do prazo deverá receber a restituição nos primeiros lotes, a menos que haja inconsistências, erros ou omissões no preenchimento.
Também terão prioridade no recebimento das restituições os contribuintes com mais de 60 anos, conforme previsto no Estatuto do Idoso, além de pessoas com doença grave ou deficiência física ou mental.
O contribuinte pode tirar dúvidas sobre o Imposto de Renda pela internet. Está disponível no canal da Receita Federal no Youtube um vídeo com explicações sobre as novidades da declaração deste ano e com dicas para evitar erros no preenchimento das informações.

FONTE CAMPOS 24 HORAS

 

 

Marco Civil da Internet é sancionado

por Presidente Dilma Rousseff
 

 

                             Por Rafaela Pozzebon


A neutralidade de rede significa que todas as informações que trafegam na internet devem ser tratadas da mesma forma, assim, o internauta tem acesso a qualquer tipo de conteúdo online sem qualquer tipo de interferência.
Durante o evento NetMundial, em São Paulo, a presidente Dilma Rousseff sancionou o Marco Civil da Internet. O Projeto já havia sido aprovado pelo Senado.
Através da sua conta no Twitter, a presidente comentou sobre a aprovação: “Um passo fundamental para garantia da liberdade, da privacidade e do respeito aos direitos do usuário da internet”, além de destacar o papel da lei na garantia da neutralidade do caráter livre e aberto da rede mundial.
Dilma Rousseff também destacou os mecanismos de defesa dos direitos dos usuários presente na nova legislação. “O novo marco civil estabelece que as empresas de telecomunicações devem tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados. Além disso, o marco civil veda bloquear, monitorar, filtrar ou analisar o conteúdo dos pacotes de dados. O nosso modelo de marco civil poderá influenciar o debate mundial na busca do caminho para garantia de direitos reais no mundo virtual”.
Durante a abertura do evento, a Presidente ressaltou: “Nós acreditamos que o espaço cibernético deve ser o território da confiança, direitos humanos, cidadania e da paz”, disse a presidente. Na ocasião, a presidente também agradeceu aos políticos que tiveram participação na elaboração do Marco Civil, como o relator do projeto, Alessandro Molon.
O Projeto foi levado à Câmara em 2011 e após as várias denúncias de espionagem acabou ganhando mais notoriedade. O Palácio do Planalto pediu então, urgência constitucional para a matéria.
Em suma, a nova Lei prevê os direitos e deveres de usuários, empresas e órgãos públicos em relação ao uso da Internet no Brasil. Além disso, garante privacidade e liberdade de expressão, bem como a neutralidade da rede.
O Projeto foi aprovado sem grande alarde. A pressa pela aprovação foi um pedido do Palácio do Planalto. A Presidente Dilma tinha como objetivo sancionar o Projeto durante o evento NetMundial.

 

FONTE: OFICINA DA NET

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Google lança site com

dicas de segurança

para os usuários

 

O Google lançou uma página específica sobre segurança na internet, está totalmente em português e fornece orientações simples e úteis de segurança. Chamada de Central de Segurança, a página conta com o apoio de duas ONGs locais: a SaferNet Brasil e a Childhood Brasil.


No site é possível encontrar informações de forma bastante didática, basta clicar sobre cada tópico para obter mais informações. Os itens estão divididos em dois tópicos principais: “Para todos” e “Para as famílias”.
As instruções são variadas e não ficam limitadas aos serviços do Google. A companhia ensina, por exemplo, como proteger melhor as senhas usando códigos exclusivos para conteúdos importantes.
Além disso, há também orientações aos pais, para que fiquem mais atentos aos conteúdos acessados pelos filhos.

http://www.google.com.br/safetycenter/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É seguro usar o serviço Wi-Fi gratuito de um hotel?
por Kim Boatman

Hoje em dia, é muito comum encontrarmos conexões Wi-Fi gratuitas ou de baixo preço em diversos hotéis durante uma viagem. Embora o serviço de Internet gratuito seja uma boa opção, é difícil saber se uma conexão Wi-Fi pública é segura, até mesmo nas maiores cadeias de hotéis.
Portanto, antes de se arriscar e confiar no serviço Wi-Fi de um hotel, tome estas medidas de precaução:
Arme suas defesas.
Um firewall e um bom software antivírus são a primeira linha de defesa do seu computador, afirma Mark D. Rasch, cofundador da Secure IT Experts, que presta consultoria de negócios sobre segurança. O firewall permite ou recusa o tráfego de entrada e saída do computador; portanto, é importante verificar se ele está ativado.
Se você estiver usando o Windows, clique no menu INICIAR e depois no Painel de Controle. Clique em Central de Segurança (procure o escudo colorido). Um sinal verde indica que o firewall está ativado. Se você estiver usando o Mac, abra System Preferences (Preferências do sistema) e clique em Sharing (Compartilhamento). Em seguida, clique em Firewall. Certifique-se de que o software de segurança está atualizado e execute verificações diárias durante viagens.
É importante também ter o cuidado de conectar-se à rede correta.
Frequentemente, os serviços Wi-Fi gratuitos em hotéis exigem uma senha ou um número de referência, fornecidos pelo hotel durante o check-in. Certifique-se de que a conexão do hotel é realmente Wi-Fi e não um Evil Twin, algo semelhante a uma conexão projetada para enganá-lo, coletando suas informações para possível roubo de identidade ou outros danos. Sites que parecem ser o que não são podem usar um nome semelhante ao do hotel; portanto, pergunte na recepção se não tiver certeza, antes de se conectar.
Evite o compartilhamento de arquivos.
Evite sites de compartilhamento de arquivos, como o Lime Wire e o Morpheus, que oferecem downloads de software gratuitos, aconselha David Callisch, vice-presidente de marketing da Ruckus Wireless, uma empresa que instala redes sem fio em hotéis.
“Evite a comunicação do seu computador com outros computadores’’, ele aconselha. Os sites de compartilhamento de arquivos podem deixar o seu computador vulnerável a ataques maliciosos, como vírus ou spyware.
Desconecte quando não estiver usando.
Minimize os riscos desconectando-se da rede quando não estiver usando ativamente a conexão Wi-Fi.
Evite realizar transações financeiras.
É aconselhável evitar a realização de compras ou o acesso à sua conta bancária on-line por meio de uma conexão Wi-Fi gratuita, afirma Rasch. Se a realização de transações financeiras on-line não puder ser evitada, verifique se o site é protegido procurando por “https” no início do URL, um protocolo que possibilita uma conexão segura. Um site seguro tem “https” em vez de “http” no endereço na Web, além do símbolo de um cadeado no canto inferior direito.
Use uma VPN.
Se for fazer uma viagem a trabalho, pergunte se sua empresa usa alguma rede virtual privada (VPN). VPN é uma rede de computador que oferece aos funcionários acesso remoto aos servidores da empresa. Essas redes usam a tecnologia de embaralhamento de dados, que garante o acesso seguro aos dados da empresa através de uma conexão com a Internet. Em uma VPN, sua atividade on-line é criptografada para que as pessoas mal intencionadas não consigam ver suas ações. Se for fazer uma viagem por motivos pessoais, poderá adquirir um serviço VPN. Empresas como a HotSpotVPN permitem a aquisição de seus serviços em pequenos acréscimos de tempo, como por alguns dias.
Altere sua senha com frequência.
Pessoas maliciosas estão sempre “farejando” ou procurando informações sobre senhas em redes não protegidas, afirma Callisch. Talvez você não considere um grande problema alguém utilizar sua ID de usuário e sua senha do Facebook. Afinal de contas, o pior que eles podem fazer é alterar seu status ou excluir alguns amigos, certo? Não tenha tanta certeza, avisa Callisch.
Muitos de nós mantemos as mesmas senhas e IDs de usuário para várias atividades on-line. Com frequência, usamos a mesma senha para o Facebook e para realizar transações bancárias on-line. “Tome medidas de precaução razoáveis e sempre altere sua senha’’, aconselha Callisch. A maioria de nós não se lembrará das várias senhas que possuímos, mas deveríamos nos lembrar das alterações, ele diz.
Se tomar essas medidas, você poderá fazer uma conexão Wi-Fi em um hotel sem se preocupar, afirma Callisch. Esse será mais um motivo para você dormir tranquilo durante sua viagem.
 


Kim Boatman é uma jornalista que mora no Vale do Silício, Califórnia,que frequentemente escreve sobre tecnologia e segurança pessoal. Por mais de 15 anos, ela tem escrito sobre vários tópicos para o San Jose Mercury News.

 

FONTE : NORTON

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sinais de alerta: seu filho está com problemas na Internet?
por Elizabeth Wasserman


Depois que Mary Clark assistiu a um episódio recente do programa do Dr. Phil sobre os adolescentes que usam a Internet para agredir ou ameaçar outros jovens, essa mãe de Fairfax, Va., sentou-se com sua filha de 14 anos, Katie, para uma conversa aberta. Elas falaram sobre os perigos on-line. Sua filha contou que recebeu um convite para participar de um site de relacionamentos cujo objetivo era isolar os alunos mais desajeitados e menos populares, o que Katie se recusou a fazer.  “Os jovens sempre são atormentados”, afirma Clark. “Essa é apenas uma forma mais espalhafatosa de fazê-lo, e também pior, pois todos ficam sabendo.”
A chamada agressão pela Internet é uma nova versão da antiga surra no ponto de ônibus mas, por ser on-line, ela é menos notada. A Internet agora assemelha-se às paredes de um banheiro público, onde os adolescentes podem escrever mensagens agressivas sobre outros, geralmente de forma anônima. Eles usam os sites de relacionamentos para medir forças contra outros estudantes. Embora a agressão pela Internet seja um problema importante que os adolescentes enfrentam on-line, ainda há outros. Por exemplo, eles terminam um relacionamento mudando o status em sua página pessoal para que todos os seus amigos possam ver. Ou descobrem que não foram convidados para festas quando assistem a um vídeo na Web mostrando os amigos que foram convidados.
Veja a seguir como identificar os sinais de alerta sobre os problemas que seus filhos adolescentes podem estar enfrentando e alguns conselhos de especialistas sobre como abrir as vias de comunicação e solucionar os problemas:
Observando os sinais de alerta
Se seus filhos estiverem sofrendo com dilemas da Internet, você poderá observar os mesmos tipos de alertas que eles exibem quando lidam com problemas não relacionados à Internet, como agressões, término de relacionamentos, rumores ou mágoas. A diferença é que os sintomas podem ser piores se o drama estiver ocorrendo on-line, afirmam os especialistas.
“É interessante observar que o que acontece on-line pode ter um impacto mais profundo nos adolescentes”, afirma Larry Rosen, professor de psicologia da California State University, Dominguez Hills, e autor de Me, MySpace
and I: Parenting the Net Generation (Palgrave Macmillan). “Entre você e a outra pessoa existe a tela. Essa, de certa forma, protege. Se você não conhecer a pessoa que o está agredindo on-line, ela se sentirá à vontade para dizer o que desejar. Estar do outro lado da tela pode dar mais coragem à pessoa de dizer mais, porque ela fica anônima.”
Veja a seguir alguns sinais de que seu filho está enfrentando problemas na Internet, como agressão, assédio, perseguição ou outros inconvenientes on-line:
Mudança nos hábitos de trabalhos escolares

As notas de seu filho pioraram neste semestre? Eles passaram a ser reprovados nas provas? “A qualidade do dever de casa talvez tenha piorado”, comenta Rosen. Esse é um sinal de que algo pode estar errado ou de que algo, ou alguém, pode estar incomodando seu filho.
Dificuldade em dormir ou excesso de sono

“Eles talvez tenham dificuldade em dormir ou estejam relutantes em ir para a escola”, comenta Anne Collier, co-diretora da ConnectSafely, um site para pais, adolescente e educadores sobre o impacto dos sites de relacionamentos. Ninguém deseja confrontar um agressor. Eles podem estar preocupados e não conseguir dormir ou, ao contrário, estar apáticos e querer dormir por causa da depressão. “Esses são sinais de problemas com os colegas”, comenta Collier.
Maior irritabilidade

Seu filho fica irritado com mais facilidade? Sua filha responde a todos de forma áspera? “Eles podem estar mais irritados e dizer que estão doentes o tempo todo ou não querer jantar”, afirma Rosen. “Esses são, basicamente, problemas emocionais com os quais eles estão lidando.”
Excesso de insegurança

A agressão ou o assédio na Internet podem afetar a auto-estima de um adolescente. “Eles podem se sentir e agir como pessoas solitárias ou se sentir humilhados ou extremamente inseguros”, afirma Collier.
Mais tempo on-line

Se você notar que seus filhos ficam mais tempo no computador, e se esse aumento resultar em alguns dos sintomas mencionados anteriormente, esse pode ser outro alerta de que algo está errado on-line.
Controle o tempo que seu filho fica no computador e converse com ele se notar mudanças. Cuidado para não retirar completamente seus privilégios on-line, aconselha Collier, pois isso pode tornar a situação mais dramática ou causar um sentimento de isolamento. Em vez disso, crie um plano para reduzir o uso.
Ajudando os adolescentes a solucionar problemas na Internet
Quando seus filhos eram mais novos, você conversava com eles sobre como evitar os perigos na hora de atravessar a rua. Talvez tenha conversado também sobre a possibilidade de serem agredidos na escola e os aconselhado a falar sobre qualquer problema com um adulto. Do mesmo modo, especialistas recomendam que você deve conversar com seus filhos sobre os riscos existentes no mundo virtual da Internet.
“Conforme os jovens criam redes de relacionamentos e encontram amigos on-line, muito pode acontecer”, afirma Rosen. “A Internet é assim. Essa sensação de anonimato permite aos jovens se esconder. Eles não são
necessariamente experientes nesse assunto.”
Lidar com problemas na Internet exige que os pais abram as vias de comunicação. Seus filhos precisam saber que podem confiar em você. Veja a seguir algumas diretrizes sobre como abrir esses canais e ajudar o seu filho a solucionar as dificuldades on-line:
Faça dessas conversas uma ocorrência constante

Rosen sugere começar com uma conversa semanal de 15 minutos entre pais e filhos, que incluam suas experiências on-line. “Tente começar a conversa de forma despretensiosa”, ele aconselha. “A hora do jantar é um bom momento para falar sobre esses assuntos.”
Ouça, ouça e ouça

 “Os pais devem falar por aproximadamente um terço do tempo e os jovens por aproximadamente dois terços”, diz Rosen. “Você realmente precisa ouvir o que os jovens têm a dizer. Nesse momento, eles são os
especialistas. A maioria de nós não tem essa experiência na prática.”
Lembre-se, isso não tem nada a ver com tecnologia

A questão não é o computador. “A tecnologia é apenas uma ferramenta”, ela acrescenta. “Se for realmente agressão na Internet, a questão é a escola. A definição emergente de agressão na Internet é que ela está vinculada à vida escolar.”
Converse com seus filhos sobre seus comportamentos on-line e off-line

Estudos constataram que os agressores na Internet são provavelmente pessoas que freqüentam a mesma escola que seu filho, afirma Collier. Converse com
seu filho sobre o que possa estar acontecendo na escola que tenha se espalhado na Internet. Trabalhem juntos para entender a situação antes de decidir a próxima ação a ser tomada, como entrar em contato com os pais do outro jovem ou com a escola.  Em geral, se você estiver a par do dilema de seu filho na Internet, “já é meio caminho andado”, afirma Collier. “Os jovens freqüentemente entram em um estado de dissimulação.”
E no seu caso, foi por esse motivo que Clark usou o programa do Dr. Phil para levantar a questão com sua filha a fim de evitar o problema antes de ele começar. “Felizmente, até o momento”, comenta Clark, “esse não parece ter sido um problema real para ela.”
 


Elizabeth Wasserman é escritora e editora independente, e mora em Fairfax, Va.
Ela escreve para várias publicações, inclusive para as revistas Congressional Quarterly e Inc., e é também editora da publicação on-line CIO Strategy Center.

 

FONTE : NORTON

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os novos tipos de ameaças à segurança on-line
por Courtney Macavinta


Beth Morrissey, uma escritora independente de Williamsburg, Virgínia, trabalha e praticamente vive na Internet. Ela escreve em seu blog, tem um site e participa de todas as redes sociais mais populares. Qual é a desvantagem de sua vida on-line? Como todos os usuários da Internet, ela está constantemente exposta a ameaças à segurança e sofre as conseqüências quando recebe spam, hackers invadem sua conta do Gmail e pega alguns vírus desagradáveis em seu computador.
“Já recebi vírus de e-mail, peguei vírus ao fazer download de um arquivo PDF on-line”, ela afirma, “fui informada de que hackers tentaram invadir minhas contas de transações bancárias on-line, e recebi e-mails de phishing de sites falsos do PayPal”.
O pior episódio foi no dia em que um redemoinho gigante apareceu na tela do laptop de Morrissey e ela acabou descobrindo que era um vírus de computador. “Eu observava enquanto ele engolia cada ícone da minha área de trabalho e depois apoderava-se da tela, o que me impedia de navegar”. Resultado: três quartos do disco rígido foram excluídos e ela perdeu o equivalente a uma semana de salário enquanto aguardava o conserto do laptop.
“Ainda considero a semana de espera pelo conserto do laptop e suas respectivas inconveniências uma das piores de toda minha vida”, ela afirma.
Mesmo assim, Morrissey teve até sorte, pois fazia backup constante de seus dados e desde então melhorou seu plano de segurança. Porém, mesmo tendo adotado medidas de precaução, Morrissey foi atingida por praticamente todas as ameaças à segurança da Internet, de acordo com especialistas, e há novas ameaças surgindo.

Conheça a seguir algumas novas ameaças (e outras que perduram) das quais você precisa se proteger com a ajuda de ferramentas e práticas pessoais inteligentes:

1. Ameaça: malwares mais espertos
Malware é o que você e seu computador mais devem evitar: vírus, spyware, adware, programas keyloggers (registro de digitação) que roubam senhas, e outros programas maliciosos que têm como objetivo explorar suas
informações pessoais para obter ganho financeiro ou simplesmente causar danos. Você pode ser atingido por malware através de e-mails, anúncios pop-up, protetores de tela, downloads ou sites corrompidos. Embora os
malwares não sejam algo novo, os especialistas informam que, para continuar enganando os usuários on-line, eles estão ficando mais espertos.
“Antigamente, se vários pop-ups fossem exibidos na tela ou se você fosse redirecionado a uma nova página inicial, você sabia que estava infectado”, comenta Michael Kaiser, diretor executivo de uma organização sem fins
lucrativos, a National Cyber Security Alliance (NCSA), que administra o site de educação ao consumidor, StaySafeOnline.
“O fato é que os malwares estão mais maliciosos e têm menos chance de serem detectados no comportamento do seu computador”, afirma Kaiser. “Os consumidores também podem observar programas anti-malware suspeitos,
como pop-ups que se parecem com uma mensagem de segurança e o direcionam para a compra de um programa para limpar o sistema. Alguns desses sites podem ser de malware ou programas antivírus de qualidade
extremamente baixa.”

2. Ameaça: botnets evoluídos
Se o seu computador caiu na armadilha de hackers em um botnet, significa que, sem o seu conhecimento, criminosos adicionaram o computador a uma rede virtual que inunda sites com tráfego intenso para travá-los. Ser capturado em um botnet também pode significar que há hackers roubando suas informações pessoais. É muito comum ser capturado em um botnet por meio de um malware; eles trabalham juntos. A maneira como os hackers estruturam os botnets está cada vez mais sofisticada e sua detecção cada vez mais difícil.

3. Ameaça: sites de relacionamento e Web 2.0 vulneráveis
Os serviços da Web 2.0 tornam muitas ferramentas da Web mais atraentes e úteis, como os vídeos do YouTube vistos on-line em todos os lugares. Porém, especialistas afirmam que pode ser difícil configurar esses serviços para que fiquem totalmente protegidos contra vulnerabilidades. De acordo com um relatório gerado pelo Secure Enterprise 2.0 Forum, as ameaças podem incluir um aumento nos apelos de phishing (que tentam fazer com que você forneça informações pessoais em sites falsos) ou a exploração de códigos da Web 2.0 por hackers. Nesse caso, os hackers podem comprometer as informações pessoais armazenadas no site.
Até mesmo as redes sociais estão sendo atingidas por mensagens de phishing ou por spam carregado de malware. “Quando surge um aplicativo novo bem-sucedido que atrai um grande número de usuários, um criminoso da Internet tenta tirar vantagem dele”, afirma Kaiser. Além disso, em sites de relacionamento, as pessoas tendem a publicar um grande volume de informações pessoais que podem ser exploradas por alguém para acessar contas bancárias, por exemplo.

Dicas de segurança:
Para proteger a si e a seus familiares contra as novas ameaças on-line, veja a seguir algumas estratégias que você pode adotar.
Para começar, mantenha seu sistema de segurança atualizado. Isso se aplica ao software antivírus / anti-spyware / firewall, programas de segurança do sistema operacional e de segurança do navegador. Defina seu software e os programas para obter as atualizações de proteção mais recentes automaticamente. “Se você não obtiver as atualizações freqüentemente, não estará protegido”, afirma Kaiser.
Nunca clique em pop-ups ou links em e-mails não solicitados.

Se receber um pop-up suspeito, feche-o e execute seu software de segurança atualizado imediatamente.
Mude suas senhas freqüentemente e use senhas longas, não inclua informações pessoais nem números. Kaiser sugere a criação de uma combinação exclusiva de letras e números, como o nome de sua música favorita, por exemplo, que não possa ser adivinhada com facilidade (mas não a publique no perfil da sua rede social!).
Se for infectado, use seu software de segurança ou o site do fornecedor para obter ajuda para remover malware ou obtenha assistência em sites sem fins lucrativos, como o BadwareBusters.


Para comportar-se de forma mais consciente on-line, antes de publicar em uma rede social, pergunte-se:

 

1. Quem verá a publicação?

2. Qual é a vantagem de compartilhar estas informações ou fotos?

3. Por que gostaria que
alguém visse estas informações?

“O importante é ter as ferramentas certas e adotar um bom comportamento”, observa Kaiser.
A boa notícia é que Morrissey aprendeu a proteger-se contra ameaças on-line e tornou-se mais consciente das situações que a colocam em risco. “Às vezes acho inconveniente”, ela diz. “Mas aí lembro-me da minha experiência, que espero nunca ter que viver novamente. Então penso que é melhor prevenir do que remediar”.
 

Courtney Macavinta é uma jornalista do Vale do Silício que escreve para a CNET, Inc., Red Herring, Wired News, The Washington Post e outras publicações.
 

FONTE : NORTON

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RUA VISCONDE DE ITABORAÍ, 294

Parque Aurora - Campos dos Goytacazes - RJ - BR

WWW.JCLESSADEOLHONOCRIME.COM   -   WWW.JCLESSADEOLHONOCRIME.COM.BR

ALL RIGHTS RESERVED - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(22) 9-9862-3671

 

                 

ATENDIMENTO 7X24 HS - (22) 9-9953-1260 / 9-9913-2742