ASSISTA AO VÍDEO E SAIBA O QUE PRETENDEMOS>>>>>>>>>>

@deolhonocrime

SIGA-NOS
(22) 9 9952 3266

 

HOME  |  EMPRESA  |  LOCALIZAÇÃO  |  ABRANGÊNCIA  |  EXPEDIENTE  |  CONTATO  |  ACESSO EMAILS

EDITORIAL  |  OPINIÃO  |  ARQUIVO  |  VÍDEOS  |  GUIAS E MAPAS  |  TEMPO  |  LINKS ÚTEIS  |  NOTICIÁRIO
 

J.C. LESSA DE OLHO NO CRIME
(O Crime e sua História - Fatos Reais)

 

Crescem denúncias

de sites

com abuso sexual de crianças

 

As denúncias de páginas na internet contendo imagens de abuso sexual de crianças aumentaram no último ano, de acordo com um relatório da Internet Watch Foundation (IWF), uma das maiores organizações de fiscalização da pedofilia na internet.

A instituição investigou mais de 31 mil denúncias e encontrou imagens de abuso infantil em mais de dez mil páginas na internet localizadas em cerca de três mil sites, um aumento de 34% em relação ao ano anterior.

Segundo a IWF, o aumento no número de casos descobertos ocorreu em parte por causa da melhora nos processos de recebimento de denúncias da própria organização.

O relatório revelou também uma escalada na severidade das imagens. Mais de três mil páginas continham imagens mostrando abusos sérios, como atividades sexuais envolvendo penetração ou sadismo. Muitas das crianças envolvidas têm menos de 12 anos de idade.

“As imagens que estamos vendo são predominantemente de crianças pequenas, pré-adolescentes”, disse Peter Robbins, presidente do IWF.

“Elas não têm escolha. Não há consentimento, elas estão sendo estupradas”, disse.

A organização descobriu cerca de mil sites comerciais vendendo imagens de crianças sendo estupradas, predominantemente meninas novas.

 

Tecnologia

O relatório também mostrou como pedófilos, têm cada vez mais conhecimentos de tecnologia para evitar serem pegos.

Alguns sites comerciais de abuso infantil administrados por gangues criminosas dividem cada imagem e distribuem os fragmentos em vários servidores ao redor do mundo. Esses fragmentos somente são reunidos quando um pedófilo baixa a imagem.

Outros sites apenas aparecem na internet por curtos períodos de tempo, ou mudam de servidores regularmente entre países com legislações diferentes.

Com essa tática, a polícia nunca tem tempo suficiente para reunir provas suficientes para retirar um site do ar. Um desses sites, por exemplo, foi denunciado 224 vezes ao IWF .

Os sites de troca de arquivos de imagens também estão sendo usados para o compartilhamento de fotografias com conteúdo pedófilo.

Mas, segundo Peter Robbins, as empresas que administram esses sites geralmente não sabem que suas páginas estão sendo usadas com essa finalidade. “Quando chamamos a atenção deles para esses arquivos, eles os retiram do ar rapidamente.”

 

Geografia

Segundo o IWF, quase 55% das imagens de abuso infantil estão baseadas em servidores dos Estados Unidos, enquanto a Rússia contém 28%.

Os Estados Unidos contêm mais imagens por causa de seu acesso à tecnologia e sua geografia, segundo a organização.

“Por causa de seu tamanho, é inevitável que eles apareçam no topo de nosso radar”, disse Robbins.

Ele afirmou também que a maioria das denúncias é de imagens contidas em sites comerciais, pois, muitas vezes, pessoas que procuram pornografia ou clicam em spams acabam chegando a essas imagens.

Muitas das denúncias são feitas através do site da IWF e podem ser realizadas de forma anônima.

A organização é patrocinada pela União Européia e pela indústria de internet da Grã-Bretanha.

 

     

 

Brasileiros estão entre suspeitos

de rede global de pedofilia

A Polícia Federal da Áustria disse que existem vários brasileiros entre os mais de 2.360 suspeitos de pertencer a uma rede internacional de pornografia infantil, "a maior já desbaratada na história criminal austríaca", segundo as autoridades.

De acordo com o ministro do Interior austríaco, Guenther Platter, os suspeitos pagavam para ver imagens que exibiam "os piores tipos de abuso sexual de crianças".

O porta-voz da Polícia Federal do país, Gerhard Hesztera, afirmou que os suspeitos são de 77 países e não soube precisar quantos suspeitos são brasileiros.

"Nenhum vídeo foi feito no Brasil, aparentemente todos são do Leste europeu, com crianças de até 14 anos", acrescentou Hesztera .

Os vídeos eram colocados em um website mantido por uma companhia austríaca.

Em 24 horas, investigadores afirmaram ter gravado mais de 8 mil hits de vídeo e material de DVD de mais de 2.360 endereços de computadores nos 77 países.

 

Investigações

Segundo as autoridades austríacas, nenhuma prisão foi realizada, mas informações estão sendo compartilhadas com investigadores em outros países, como os Estados Unidos, Alemanha e França.

A polícia americana está investigando cerca de 600 suspeitos no país, enquanto as autoridades alemãs estão seguindo outros 400. Na França, mais de cem suspeitos estão sob investigação, disse o governo austríaco.

Na América Latina, a lista de países onde há suspeitos, de acordo com a agência de notícias EFE, inclui Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Porto Rico, Espanha, México, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Venezuela.

Autoridades em Viena disseram que suspeitos estão sendo interrogados, e que mandados de prisão devem ser emitidos em breve.  A pessoa mais jovem implicada no crime tem 17 anos, e a mais velha, 69.

 

Brasil registra queda de sites pedófilos

 

Uma das maiores organizações de fiscalização da pedofilia na Internet, a Internet Watch Foundation (IWF), afirmou que o Brasil 'pode se orgulhar da ausência de material pedófilo' nos seus sites no primeiro semestre deste ano.

No ano passado, oito sites hospedados no Brasil com imagens de exploração sexual infantil foram denunciados. O número já representava uma diminuição em relação aos anos anteriores.

O IWF recebeu 14 mil denúncias de sites suspeitos durante o primeiro semestre do ano, um aumento de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Dos 14 mil, quase cinco mil sites continham imagens de pedofilia. Mais da metade deles (51,1%) vinham dos Estados Unidos. O segundo país com o maior número de sites foi a Rússia, com 14,9% do total.

 

'Orgulho'

"Nossos dados mostram que, havia um problema específico quando pedófilos online começaram a abusar dos hospedeiros gratuitos no Brasil e abrigar sites comerciais e enviar spams", diz Sarah Robertson, diretora de comunicações da IWF.

"Esta tendência cessou agora e o Brasil pode se orgulhar da recente ausência de material mostrando abuso infantil em sua rede."

O IWF diz que os EUA lideram o ranking por também possuir o maior número de provedores e o maior tráfego online do mundo.

A organização afirma que, mesmo após denunciar os sites para as autoridades dos respectivos países, alguns deles permanecem online por anos.

Um deles, por exemplo, foi denunciado pela primeira vez em 1999, mas ainda não foi fechado, apesar da organização ter enviado mais de 20 denúncias para as autoridades dos países que o hospedam.

O motivo é que o site 'migra' dos EUA para a Rússia freqüentemente no espaço de dias, dificultando seu fechamento.

Um projeto de lei foi proposto nos Estados Unidos para combater o problema. Uma coalizão formada pela Microsoft, Time Warner AOL, Yahoo, Earthlink United Online e o Centro Nacional de Crianças Desaparecidas e Abusadas (NCMEC) anunciou planos para enfrentar o problema do abuso de crianças na internet.

Outros países citados pelo IWF são Japão, Espanha, Tailândia e Coréia do Sul.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

       

 

RUA VISCONDE DE ITABORAÍ, 294

Parque Aurora - Campos dos Goytacazes - RJ - BR

WWW.JCLESSADEOLHONOCRIME.COM   -   WWW.JCLESSADEOLHONOCRIME.COM.BR

ALL RIGHTS RESERVED - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(22) 9-9862-3671

 

                 

ATENDIMENTO 7X24 HS - (22) 9-9953-1260 / 9-9913-2742