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J.C. LESSA DE OLHO NO CRIME
(O Crime e sua História - Fatos Reais)

 

 

TUPÃ

 

 

 CONDENADO HÁ DEZOITO ANOS DE PRISÃO POR HOMICÍDIO

 


 

O CRIME E SUA HISTÓRIA – FATOS REAIS.

                                                                  Por J. C. Lessa.

ATENÇÃO - IMAGENS CHOCANTES  - CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

 

 

APONTADO PELA POLÍCIA COMO O CHEFE DO TRÁFICO NA

COMUNIDADE DA BALEEIRA, CAMPOS,

TUPÃ É CONDENADO HÁ DEZOITO ANOS DE PRISÃO POR HOMICÍDIO.

 

Conforme as investigações dos policiais da 134ª DP, em 1997, Amarildo Pereira dos Prazeres (TUPÃ), já senhor absoluto do tráfico na comunidade da Baleeira, queria expandir seu domínio para a comunidade do Oriente, que fica ao lado. Porém, teria encontrado forte resistência por parte de Daniel Vieira Mandú (MANDÚ), Presidente da Associação de Moradores da comunidade do Oriente e, conforme alguns, o chefe do tráfico local.

 

 

 

Os dois teriam discutido acirradamente algumas vezes. Por ter "Mandú" resistido às intenções de "Tupã", sua morte começou a ser planejada. Para alcançar seu objetivo, matar o rival, "Tupã" teria "infiltrado" na favela do Oriente dois dos seus soldados. Os dois, "Luciano Caroço" e "Alex Pestana", após se hospedarem em um hotel nas proximidades, dizendo terem chegado recentemente à cidade, passaram a frequentar a favela sem despertar suspeitas. Nas suas idas e vindas à favela, sempre desarmados, fizeram amizade com diversos moradores e ganharam a confiança de "Mandú". Pela manhã do dia do crime, 12/12/1997, os dois chegaram à favela e encontraram "Mandú". Com ele tomaram cerveja e conversaram longamente. Após saberem que ele ficaria armando uma árvore de natal na esquina das ruas Ramiro Braga e Joaquim Suma, despediram-se e voltaram ao hotel. Ali, pagaram a conta, apanharam suas armas, pistolas 9mm, e retornaram à favela do Oriente, onde por volta das 12h30min., chamaram "Mandú". Ao cumprimentá-lo, um deles segurou a sua mão enquanto o outro sacava da pistola e disparava contra ele. Conforme testemunhas, "Mandú" caiu e os dois continuaram a disparar contra ele que, já no solo, foi atingido várias vezes na cabeça. Após praticarem o crime, os dois teriam fugido para a favela da Baleeira. Como a "lei do silêncio impera nas favelas", foram necessários vários meses de investigação para que os policiais da 134ª DP - Campos dos Goytacazes - apurassem todos os fatos e identificassem os autores do crime. O Inquérito Policial apontou Carlos Luciano Maciel Lopes (Luciano Caroço) e Alex de Jesus Colares do Espírito Santo (Alex Pestana), como os executores e Amarildo Pereira dos Prazeres (Tupã), como mandante do crime. O Ministério Público denunciou os acusados e o Poder Judiciário recebeu a denúncia em 18/06/2001. No dia 26/11/2014, Amarildo Pereira dos Prazeres (Tupã) foi julgado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Campos dos Goytacazes, presidido pelo Juiz Paulo Vitor Siqueira Machado, e condenado há 18 anos e 10 meses de reclusão. O réu ainda pode recorrer da sentença. Após julgamento do recurso, começará a decorrer o prazo para o trânsito em julgado da sentença. Só após o trânsito em julgado da sentença, é que pode-se dizer que Amarildo Pereira dos Prazeres é culpado do crime pelo qual é acusado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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